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Archive for the ‘Ferramentas de apoio’ Category

Objetos de Projeto Estendidos (OPE)

When knowledge is involved,
it is best to bring the Internet to the user,
instead of taking the user to Internet.

 

Uma dificuldade na Infraestrutura da Internet

 

Em tudo o que tem sido escrito sobre BGP neste blogue há sempre uma observação persistente: BGP é complexo. Na realidade, a complexidade do BGP está na sua abrangência e sua perspectiva de mudar constantemente. Mas, há outro componente importante quando se deseja implementar o BGP em roteadores de borda: a topologia.

Vamos a um exemplo. Recentemente, um Provedor consultou-me sobre uma topologia com três (3) trânsitos: dois com uma operadora A e um terceiro com a operadora B. A topologia parecia ser a mostrada na Figura 1, abaixo.

 

Figura 1. Três trânsitos sendo dois com a mesma operadora.

 

Este texto não propõe a implementação da topologia acima, com o BGP. Ele trata de outro assunto, correlato. Entretanto, vou dar algumas dicas sobre a implementação. Até aquele momento, nunca tinha passado por experiência semelhante. Ao entrar no roteador do Provedor foi curioso observar o fato de que a operadora A recomendou que se estabelecesse dois empareamentos com cada um de seus enlaces de trânsito: um com a tabela de roteamento completa e outro com tabela de roteamento parcial. Incluindo o empareamento da Operadora B haviam cinco sessões BGP ativas. O roteador estava em produção e alguns comportamentos ruins eram incompreensíveis. A primeira visão da implementação, sempre segue o instinto (da suposta experiência): (a) a Operadora A entende mais do que qualquer um e, (b) um ajuste nos filtros poderia resolver o comportamento ruim (abstraindo-se do fato do BGP ser complexo). Duas premissas completamente equivocadas. Revendo a presunção inicial, observou-se que, na realidade havia uma novidade na topologia: dois trânsitos com a mesma operadora. Google, eis a saída! Nesta hora é que você vê como o Google cansa!!! Depois de algum tempo, a luz no final do túnel veio com a RFC22701. Esta RFC, de 1998 é um pouco confusa, pois trata de topologias bem mais simples sem as variações possíveis do futuro atual. Por exemplo, a topologia poderia não ser a da Figura 1, exatamente. Em outras palavras, o trânsito poderia estar vindo através de um único roteador da Operadora A, ou chegando em uma única porta do roteador do Provedor. Ou ainda, alguma outra variação do tema. No Google, eficaz sintáticamente, infelizmente não consegue interpretar a semântica, ainda. Quem propõe a solução para implementar BGP em uma topologia destas é o primeiro autor da RFC2270, J. Stewart. No romance do BGP, escrito por ele2, Capítulo 3 há uma completa descrição de todos os comportamentos do BGP em casos como estes, incluindo balanceamento. Em particular, a Fig. 3.2, na página 78, Stewart explica em detalhes um multi-homed com uma mesma operadora, de forma didática!

Mas o erro mais grave da dúvida produzida pela topologia da Figura 1 é que, ao lidarmos com o BGP associado a uma topologia qualquer, não é por hábito fazer um projeto, minimamente cuidadoso, que permita o entendimento do comportamento esperado. Em outras palavras, não se pensa sobre o problema. Isto tem acontecido sistematicamente com os pequenos e médios provedores. Por outro lado, observa-se que a falta de pensar e/ou a falta de projeto são recorrentes, mesmo tendo do seu lado as grandes operadoras brasileiras. A Operadora A da Figura 1 é uma enorme de uma operadora. Por outro lado, o Google demorou demais em ajudar a encontrar uma saída.

 

Uma dificuldade em outras áreas de projetos

 

Há alguns meses atrás fiquei dependendo de uma informação relacionada com seguradoras que estariam dispostas a segurar riscos fortuitos. Suponha que você tenha um projeto cujo objetivo é a realização de um evento em uma determinada localidade. Um evento de grande porte, com um orçamento considerável. Imagine que na véspera do evento aconteça (digamos, uns 3 dias antes), uma tempestade de enormes proporções, que arrase a cidade e cause danos materiais irreversíveis (neste exemplo, não há perdas de vida, felizmente), causando uma perda total do evento. Qual seguradora seria capaz de segurar a perspectiva de uma perda destas? Procurei, procurei, googlei, telefonei, mandei e-mails e não consegui uma resposta. Finalmente entrei no Linkedin e coloquei uma pergunta relacionada, em um grupo de projetos. Houve um debate muito interessante, até que alguém passou o nome de uma seguradora que bancou um risco semelhante, na cidade de New Orleans e acabou pagando o prejuízo causado a um projeto semelhante que iria acontecer por lá. Desta forma, a dúvida e a ausência do seguro foram resolvidas.

Para uma equipe de projetos, a indisponibilidade de competências para descrever, detalhar ou desenvolver partes do projeto (ou mesmo o projeto completo) é a principal motivação para recorrer a opiniões especializadas.

 

Perdas de tempo em projetos

 

No primeiro exemplo, do BGP e topologias, o problema maior é a falta de pensar, com certa antecedência sobre a implementação de um trânsito com a Internet. Mas, esta questão, com a maturidade será resolvida e em breve teremos projetos sendo desenvolvidos para preparar devidamente os roteadores de borda ou até mesmo as redes internas que estão se tornando, também, complexas. Mesmo que sejam pequenos Sistemas Autônomos. Neste momento, o administrador (ou preposto) de um Sistema Autônomo passa a ser um gerente de projetos.

No segundo exemplo, a questão de segurar perdas fortuitas foi resolvida por um membro de um projeto completamente dissociado do meu projeto. Por acaso expor a dúvida em um grupo de alto nível do Linkedin foi um sucesso, embora a iniciativa tenha demorado um pouco para ser tomada.

Geralmente, dentro de uma mesma empresa, obter informações úteis ou fundamentais para projetos não levam muito tempo, porque há sempre disponível o chamado “golden book”, que vai acumulando informações úteis a cada término de um projeto. Entretanto, intergrupos desconexos de projetos, isto não acontece. Um provedor, dificilmente troca informações com outros Provedores. Não por considerarem as informações preciosas ou de valor competitivo, mas por falta de oportunidades ou de local adequado para fazê-los. Geralmente, as informações são trocadas quando alguém, em uma lista de e-mail ou fórum apropriados provoca a questão. Não é, portanto, usual alguém colocar em algum fórum ou lista, por livre e espontânea vontade: “o problema do multi-homed para um mesmo operador de trânsito resolve-se assim e assado…”. Da mesma forma, porque um membro ou gerente de projeto iria divulgar o nome de uma seguradora de riscos fortuitos, se não há um ambiente apropriado para fazê-lo?

 

Objetos de Projeto Estendidos

 

Se houvesse um ambiente apropriado, seguro, confiável e com um mecanismo de pesquisa mais “inteligente”, do que os disponíveis atualmente, a cooperação fluiria espontâneamente. Por várias razões, algumas relacionadas abaixo:

  • Pelo natural espírito de cooperação do ser humano, interessado e consciente.
  • Pela garantia de autoria da informação.
  • Pela perspectiva de auxiliar no crescimento de um repositório de sabedoria útil para projetos, em geral, do qual todos se beneficiarão.
  • Pela rapidez de acesso à informação.
  • Pela possibilidade de manter informações pessoais e privativas.
  • Pela garantia de intervir no ambiente garantindo a qualidade da informação.
  • Pela existência de mecanismos de pesquisa semântica, mais próximos do pensamento humano.

 

A disponibilidade de informações (textos, gráficos, imagens, videos, etc.), tratadas neste documento são armazenadas no que se convencionou chamar Objetos de Projeto Estendido (OPE). Existem dois tipos de OPEs: público e privado. Um OPE é público se ele pode ser compartilhado com terceiros. Um OPE é privado se ele não puder ser compartilhado com terceiros. Os OPEs são agrupados (ou armazenados) em um ambiente chamado de ROPE (Repositório de Objetos de Projeto Estendidos). Existem inúmeros ROPEs, cada um deles hospedados no computador do usuário interessado (o “dono” do ROPE). Um ROPE, possui uma interface humano-computador que, de forma independente classifica, pesquisa e visualiza os OPEs armazenados, além de permitir operações de criação/inclusão e demais atividades necessárias ao tratamento de um OPE isoladamente ou em conjunto. OPEs podem ser enviados ou recebidos de um Sistema de Gerenciamento de Projetos (SGP), através de uma interface apropriada que funcionaria da forma representada na Figura 2.

 

Figura 2. OPE e o Sistema de Gerenciamento de Projetos

 

Se o SGP possuir as facilidades adequadas, os recursos de WEB Semântica serão utilizados, mais apropriadamente, ontologias7 e as propostas da W3C relacionadas com a OWL (Web Ontologoy Language)6. Em futuro próximo, outro artigo abordará este tema, em detalhes, oportunidade em que será mostrado que ontologias podem ser transformadas em XML e vice-versa, aperfeiçoando a proposta da Figura 2. Uma ótima e rápida leitura pode ser encontrada no artigo da Scientific American8 e com maior profundidade, um texto clássico e completo em [9].

Cada OPE possui uma medida de aceitação, denominada assimetria e pode sofrer alterações por terceiros, no sentido de aprovar, reprovar ou identificar a relevância. Assimetria é uma medida de qualidade de um OPE. Por outro lado, o conteúdo de um OPE pode, também, sofrer alterações. Neste caso, o repositório manterá um histórico de tais alterações, desde o OPE original até o atual, incluindo cada uma das contribuições efetivamente aceitas, aprovadas ou reprovadas, e relacionadas com o OPE. A técnica usada para que este procedimento ocorra adequadamente é a procedência de dados, a qual garante que um OPE conterá a descrição de “como”, “quando”, “onde”, “porque” os dados foram obtidos e “quem” os obteve. Cada um dos componentes históricos de uma OPE, caracterizado pela procedência de dados, também tem o sua respectiva assimetria associada, que representa uma medida de aprovação/reprovação e relevância da nova alteração OPE. Por outro lado, a informação oferecida em um OPE pode ou não ter um valor financeiro para que ela se torne visível.

A contribuição da procedência de dados foi obtida da interessante experiência sobre imagens, proposta por Braga4. A noção de assimetria tem sido experimentada e abordada neste blogue em diversas oportunidades, como medida representativa de distorções sociais, de pessoas, entre outras.

 

Caracterizando o tratamento do ROPE

 

A Figura 3 é um esboço preliminar de um diagrama (que parece, mas não é uma diagrama de caso de uso!), caracterizando os pontos mais importantes. Na sequência uma abordagem, também preliminar, sobre o escopo do sistema. A formalização definitiva dependerá de alguns componentes ainda pendentes no âmbito acadêmico em que o autor está atualmente engajado.

 

Figura 3. Diagrama preliminar do sistema de tratamento do ROPE (Fonte: autor).

 

Os desafios de pesquisa avaliados a partir da abstração exposta na Figura 3, são:

  1. A medida de assimetria e as intervenções históricas (procedência) sobre um OPE exigem autenticação do usuário, a qual irá configurar sua validação. Também, a assimetria poderá indicar a permanência ou não de um OPE no repositório distribuído ou no repositório local, sem que haja intervenção humana direta, com base em critérios pré-definidos.
  2. O ROPE deverá estar disponível na Internet, da forma descrita em (c). A disponibilidade de um ROPE é ativa ou passiva. Uma disponibilidade é ativa, se o ROPE está hospedado em um IP público (IPv4 e/ou IPv6), e a disponibilidade é passiva se o IPv4 e/ou IPv6, no qual ele se hospeda é privado (não está visível na Internet). IPv6 é a alternativa preferencial.
  3. Não pode haver um sistema central, característica do paradigma cliente/servidor. Apesar de este paradigma criar uma imensa facilidade para o usuário, uma vez que o acesso poderia ser feito por qualquer navegador (cliente da WEB), ele traria um componente de custo que poderia inviabilizar sua implementação ou mesmo exigir um patrocínio, para garantir servidores e seus respectivos sistemas de segurança associados. Além do mais, tal alternativa afrontaria o princípio do domínio local.
  4. Os mecanismos de pesquisa e acesso ao ROPE que é, na verdade, uma base de conhecimento deve seguir as recomendações propostas nos padrões W3C e em técnicas derivadas.
  5. A quebra do paradigma cliente/servidor exige um mecanismo que permita que os ROPEs sejam distribuídos, isto é, sejam hospedados nas máquinas de cada usuário interessado. Tal predisposição leva às seguintes preocupações:
    1. Fácil implementação e uso de linguagem universal independente do sistema operacional utilizado pelo usuário. Preferencialmente em código objeto com versão bem definida onde, o sistema operacional é uma completa abstração.
    2. Cada ROPE deve ter uma identificação única sempre associada a seu usuário. Está identificação será um número de 32 bits permitindo até 4.294.967.296 repositórios diferentes. Tal identificação pode ser obtida através de qualquer repositório ativo (sempre o mais próximo do usuário, preferencialmente).
    3. Disponibilidade de mecanismo que permita atualização do(s) procedimento(s) associado(s) à operação local do ROPE. Por exemplo, o código objeto dito em (i).
    4. Atualização do repositório de OPE, em tempo real, que não poderá usar qualquer SGBD (Sistema de Gerenciamento de Base de Dados). O uso de um SGDB implicaria em complexidade adicional à implementação. Tal imposição leva à criação de representações de arquivos (incorporando XML, RDF, …) sob uma estrutura de diretórios locais, em texto ou outro formato, bem como qualquer outro tipo de informação (como por exemplo, aquelas necessárias ao mecanismo de autenticação).
    5. O projeto deve prever a ubiquidade, e usar recursos pervasivos.
    6. As propriedades ubíquas e pervasivas implicam na necessidade de mecanismo de cooperação entre os ROPEs disponíveis. A propriedade pervasiva somente poderá ocorrer em ROPEs ativos. Neste caso, o proprietário do ROPE pode autorizar ou não, terceiros usarem seu repositório para atender tal demanda.
    7. Por fim, um ROPE deve ser autônomo, com todas as facilidades e demandas disponíveis localmente.
  6. Mecanismos de criptografia adequados e transparentes aos usuários para garantir a segurança a todos os requisitos exigidos.
  7. O OPE deve ser caracterizado, também, pela sua aplicação às recomendações do PMBOK5, suas seções e capítulos. Consequentemente, deverá atualizar as características recomendadas pelas novas versões de padronizações propostas pelo PMI. Na hipótese de ocorrerem mudanças fundamentais na estrutura do PMBOK de referência, o OPE deverá manter histórico referencial.
  8. Os ROPEs devem ser identificados com garantia de autonomia. O mecanismo de cooperação (item d, subitem v), deve propagar tais informações para outros repositórios. A princípio, o mecanismo de propagação seguirá um esquema conhecido por empareamento (peering). Em outras palavras, um repositório OPE tem um ou mais empareados (peers).
  9. Cada empareado age ativamente (e de forma autônoma), no sentido de atualizar seus ROPEs, das seguintes maneiras:
    1. Cada ROPE está disposto a receber e enviar atualizações de um ou mais empareados, quando seu hospedeiro for ativo (item b);
    2. Um ROPE busca e envia atualizações em um ou mais empareados, previamente conhecidos, quando seu hospedeiro for passivo (item b).
  10. ROPEs empareados possuem um protocolo de relacionamento que permita a troca segura de informações. Tal protocolo é caracterizado por um autômato finito e seguirá os exemplos mais eficazes e simples, disponíveis na literatura.
  11. Um ROPE empareado que tenha sofrido uma alteração comunica-se com todos os seus empareados conhecidos com o objetivo de atualizá-los.
  12. Um OPE pode ter um custo associado à informação que ele está disponibilizando. Baseado na descrição objetiva do conteúdo do OPE pode-se decidir pelo pagamento com regras bem estabelecidas, inclusive uso de cartões de crédito. Neste caso, um mecanismo de pagamento deverá estar disponível para acesso imediato via o próprio OPE. A previsão de mecanismos de segurança descritas no item (e) torna factível esta proposição.

Vale lembrar, que o BGP é uma implementação que quebra o paradigma cliente/servidor (o que não é uma novidade), e usa a Internet para criar os ambientes de redes autônomas. Aliás, melhor seria afirmar que as implementações de BGP constroem a Internet.

Ademais, não é uma proposta de um sistema de relacionamento. Os ROPEs não possuem a identificação de seus proprietários, muito embora os OPEs e seus históricos, sim. Neste último caso, se o autor do OPE ou histórico, assim o desejar. Isto não configura o anonimato pois só se pode criar ou alterar um OPE se existir um proprietário de ROPE bem identificado.

Com referência à metodologia há fortes indícios que levam às recomendações propostas por Eeles e Crips3.

 

Observações finais

 

O trabalho deve ser desenvolvido em três etapas, a saber:

  1. Definição do problema: é a etapa em que o refinamento do texto acima irá acontecer, com a especificação do mecanismo de bases de dados distribuídas, as relações ubíqua e pervasiva. Formalização do esquema de mensagens e o autômato finito das conexões dos repositórios entre si. Adicionalmente, a especificação do modelo da base da dados do ROPE, através de uma metalinguagem.
  2. A descrição geral do sistema e suas relações com o PMBOK: etapa que irá descrever todo o sistema, com os detalhes das especificações e os componentes teóricos envolvidos. Os mecanismos de arbitragem das medidas de aceitação (assimetrias). Os tipos de OPEs possíveis e seus formatos relacionados com a estrutura do PMBOK. A proposta da linguagem de programação com base em comparações específicas.
  3. A evolução: propostas de estudos e pesquisas que possam viabilizar a implementação, testes de protótipos e fortalecimento de fragilidades a serem identificadas. Esta etapa está fora do escopo da proposta de trabalho inicial, que representam os itens (1) e (2), acima.

Referências

 

  1. RFC2270, Using a Dedicated AS for Sites Homed to a Single Provider J. Stewart, T. Bates, R. Chandra, E. Chen [ January 1998 ] (TXT = 12063) (Status: INFORMATIONAL) (Stream: IETF, Area: rtg, WG: idr)
  2. John W. Stewart III. (1999). BGP4: Inter-Domain Routing in the Internet. Addison-Wesley.
  3. Peter Eeles e Peter Cripps. (2012, Second Printing). The process of software architecting. Addison-Wesley.
  4. Juliana Cristina Braga. Procedência de Dados: Teoria e Aplicações ao Processamento de Imagens. 2004. 110 f. Tese de Doutorado do Curso de Pós-Graduação em Computação Aplicada. INPE, São José dos Campos, 2007.
  5. PMI. Um guia do conhecimento em gerenciamento de projetos (Guia PMBOK), 4a. edição, 2008
  6. W3C. OWL Web Ontology Language Guide. W3C Recommendation 10 February 2004. Disponível em: http://www.w3.org/TR/owl-guide/. Acessado em 16/12/2012.
  7. NOY, N.; MCGUINNESS, D. Ontology development 101: A guide to creating your first ontology, 2001. Disponivel em: http://liris.cnrs.fr/alain.mille/enseignements/Ecole_Centrale/What is an ontology and why we need it.htm. Acessado em 20/12/2012.
  8. BERNERS-LEE, T. I. M.; HENDLER, J.; LASSILA, O. R. A. The Semantic Web will enable machines to. Scientific American, n. May, p. 1-4, 2001. Disponível em http://www-sop.inria.fr/acacia/cours/essi2006/Scientific%20American_%20Feature%20Article_%20The%20Semantic%20Web_%20May%202001.pdf
  9. TRUSZKOWSKI, W.; BREITMANN, K. K.; CASANOVA, M. A. Semantic Web: Concepts, Technologies and Applications. [S.l.] Springer-Verlag, 2007.

 

Na sequência: Máquinas de estado finito: Parte Prática: MEF do BGP

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Meu ambiente de trabalho

Introdução

O tempo anda escasso, ultimamente. O de todo mundo, pelo que parece. Estou com dois artigos na agulha, um deles a continuação do último, sobre a conexão aos PTTs em IPv4 e IPv6. O outro é sobre um ano “quase” sabático, que me dei de presente, a partir de março de 2011. O ano “quase” sabático obrigou-me a preparar adequadamente o ambiente de trabalho. E vou descrevê-lo, por pura curiosidade, organização das idéias e reconher que, nas entrelinhas, será útil para muita gente. O bloque tem a vantagem de você escrever o que desejar para que leiam as pessoas que desejarem ler. No passado, chamávamos de “livre arbítrio”. Hoje seria mais prudente chamar de “escolha pessoal”. Geralmente, a “escolha pessoal” é baseada, EMHO, no conjunto de informações que um ser humano possui em sua cabeça, adquirida ao longo dos anos. Mas, o conjunto é complementado pela manipulação que o ser humano fez e faz, sistematicamente, do conhecimento adquirido. É uma questão um pouco mais complicada, pois vê-se, no dia-a-dia e na história, que este conjunto de conhecimento pode ser usado para o bem e para o mal.

O comentário da “escolha” aparece, a propósito de uma opinião que vi em um dos artigos do Silvio Meira onde, no debate alguém diz que uma pessoa é míope porque decide usar o Facebook. Em linhas gerais, justificou a miopia, pelo fato de que usar o Facebook está tornando mais rico o seu criador. É uma observação, a meu ver, sem propósito. Mas, trata-se de uma opinião. Não é possível preocupar-se com uma opinião (quando ela não é técnica), que você simplesmente não concorda. Minha escolha nestes casos é o da relevância. Se a opinião não técnica não for relevante ou não contribuir para o enriquecimento de minhas próximas escolhas, ignoro-a, no sentido de não participar do debate. Prefiro a visão shakesperiana: “A vida é uma simples sombra que passa (…); é uma história contada por um idiota, cheia de ruído e de furor e que nada significa”. Por outro lado, não acho que a história da miopia acima, qualifique um idiota. Pessoalmente, aperfeiçoei meu conhecimento, com a abordagem da opinião e na simples leitura. Sempre acontece, mesmo que inusitada.

Os recursos físicos

Tenho um “notebook” Dell Vostro 1320, com 8 GRam e um HD de 230 Gbytes. Localmente, tenho um “desktop” Intel Core 2 duo com 8 GRam e 2 HDs de 520 Gbytes. Remotamente, tenho uma outra máquina semelhante a este “desktop”. Para a Internet uso a Net com 10M de banda, que chega a 800 Kbps, medidos no SIMET do Nic.br. Para mim, a Net é uma provedora de serviços, no mínimo, irresponsável! Conectado à Net tenho um Mikrotik em uma máquina simples, com HD em “flash”, já há muitos anos.

No meu “notebook” tenho o Windows 7 Professional, em IPv4 e IPv6. O IPv6 é um túnel com a HE, que faço via anúncio de um /48 através do AS de minha empresa. Eventualmente, ativo uma VPN com um dos roteadores apropriados. Assim, consigo manter minhas configurações originais, onde estiver, em qualquer parte do mundo. Se não tenho Internet, mas há disponibilidade de celular, uso-a via meu iPhone. Complementarmente, tenho um “tablet” Samsung 8.1, que suporta alguns casos extremos e usado muito para leitura dos trabalhos em .pdf. Este conjunto de facilidades me satisfaz plenamente, no quesito de interconexão á Internet, que é o componente fundamental de trabalho e, via de regra, não me deixa ocioso, exceto quando for minha escolha. Fico ocioso, sempre, quando estou com meu neto querido.

As outras facilidade

Naturalmente, minhas maiores facilidades estão no “notebook”. Eis algumas delas:

  • Thunderbird: meu atual cliente de correio eletrônico. Não é meu preferido, infelizmente, mas dá para o gasto. Ele tem uma facilidade muito interessante que é o uso do PGP.
  • Browsers: Tenho quase todos, Chrome, Firefox, Explorer e Safari. Meu preferido é o Chrome. Antes era o Firefox, mas ultimamente com muitos problemas. Explorer só para alguns bancos, que não respeitam escolhas de seus clientes. Safari uso muito pouco, principalmente em testes de desenvolvimento.
  • Putty: minha principal ferramenta de ssh. É também, uma das mais importantes ferramentas de trabalho. Tenho outros, como o SCP, mas uso pouco.
  • Zope/Plone/Zeo: Uso pouco, no “notebook”. Somente para segurança de outros servidores, os quais uso muito.
  • Warftp: Insubstituível servidor de ftp. Entre outras funções ele é o principal componente de integração com o “tablet”. E, naturalmente, como integrador com os outros servidores.
  • PHPDesigner: Depois de muitos anos, há 5 uso-o preferencialmente. Está instalada, a versão 8. Não somente os programas em PHP, mas também, com editor de outras linguagens com C, Java e Perl, particularmente.
  • Wamp: Aplicação fantástica e simples, que implementa os servidores de MySQL, PHP, Apache em suas diversas versões, o que é muitíssimo útil.
  • Clientes para o MySQL: Tenho instalado o MuSQL Workbench, o MySQL Administrator e o MySQL-Front. Cada um com sua utilidade.
  • MikTex: Ferramenta preferida para os textos que preciso escrever em Latex. Ando me afastando um pouco do Latex e preferindo o Word. O Word é muito mais fácil para lidar, nos textos técnicos. O Latex é cansativo gerando muita perda de tempo na procura de compatibilidades. Mas, é insubstituível em alguns casos.
  • Office: Ótima ferramenta, pois domino-a. Além do Word sou usuário permanente do PowerPoint. Como não sou especialista em imagens, uso-o como intermediário para o aperfeiçoamento do que preciso, no Adobe Photoshop.
  • Adobe Photoshop: Para quem entende, deve ser uma maravilhosa ferramenta. Para mim resolve milhares de problemas relacionado com figuras, imagens, etc., que preciso no dia-a-dia.
  • eyeBean: Meu “softphone” preferido para testes e uso do FaleOK. Hoje tenho-o instalado no iPhone, também, e uso-o para receber e fazer chamadas via o FaleOK. Tenho números fixos em algumas cidades.
  • Wireshark: Eventualmente uso-o para avaliações e diagnósticos de problemas em redes. Pouca atividade, mas uma fantástica ferramenta, quando necessária.
  • Camtasia: Este e outros recursos estão associados a um Bamboo da Wacon, plugado em uma das USBs do “notebook”.
  • Enterprise Architect: Minha principal ferramenta de projetos e apoio ao desenvolvimento de idéias. Indescritível, os recursos disponíveis! É complexa e ao longo do tempo pode aperfeiçoar o uso.
  • FileZilla: Cliente preferido para ftp. Fica aberto o tempo todo no “notebook”.
  • Adobe Acrobat X: É um software de apoio. Usei-o muito quando meu orientador solicitou que os textos fossem feitos em Word e eu os fazia em Latex. Não entendi muito bem a razão dessa preferência já que existe hoje, o Adobe Reader X. Tal exigência, fez-me mudar em definitivo para o Word. No final, a mudança foi melhor e mais prática.
  • Skype: Há muito abandonei o MSN pelo Skype. Este é muito mais confortável e estável (pelo menos era, na época da escolha). Só uso o Skype para me comunicar com outros Skypes. Telefonia prefiro o FaleOK, muito mais flexível…
  • Segurança: Tenho vários anti-vírus e uso intensivamente o “firewall” do Windows 7.
  • VMWare: Ferramenta versátil e simples para criação de máquinas virtuais. Não fosse o VMWare não sei como poderia criar ambientes de testes, verificação de comportamento e integração (usualmente, em rede), de diferentes sistemas operacionais, tais como: Windows, Mikrotik, BSDs, Linux, etc. Cada um deles nas suas diversas versões.
  • CygWin: Ah! Grande achado! Tornou muito mais fácil lidar com o Windows, ao sair fora do “prompt”. Bem mais fácil!! Não se pode prescindir do CygWin, principalmente se você desenvolve com o apoio de “framework”, no Windows. Para se ter um exemplo, as duas figuras abaixo mostram o whois no CygWin e no Windows, respectivamente:

    Também, um recurso bastante valioso é o servidor sshd. Não tem preço!!

Finalmente, para ilustrar, eis a barra de tarefas do “notebook”:


Nos servidores local e remoto uso o FreeBSD (versão 9). Ambos possuem Apache2, MySQL5 e PHP5. Em ambos, como no “notebook” está instalado o Zope/Plone/Zeo. O Zeo admite perfeita integração entre os três, o que me deixa despreocupado em relação à segurança dos dados. No Plone local, mantenho toda e qualquer documentação de todos os servidores sob minha responsabilidade. Incluo todos os trabalhos em .pdf que mantenho em minha bibliografia no Word. Senhas (codificadas), IPs, v4 e v6 (uso a flecha para documentar), informações pessoais, agenda, etc., etc. O Plone é algo, também indescritível. Uso o Zope desde que ele apareceu pela primeira vez.

O servidor remoto tem um DNS escondido (Bind), que é “master” para um “master”, de um conjunto de outros servidores de dominio (autoritativos). Como recursivo, uso o Unbound no servidor local e em um outro servidor remoto.

Conclusão

O “notebook” tem suportado com altivez a demanda sobre ele. É claro que 16 GRam, no mínimo, com um processado I5 ou I7 seria o desejável. É o que provavelmente acontecerá em breve, espero. De resto estou muito feliz com meu ambiente, cuja foto parcial do local, segue abaixo!


Latex: Inserindo figuras

Observações

  1. Pacote exigido: graphicx
  2. Por restrições no PDF, somente .jpg e .png.
  3. Atenção ao tamanho da figura (largura e altura). Ocorre mensagem de erro, nesse caso.

Exemplo

...
\usepackage{graphicx}
...
\begin{figure}[htb]
   \centering
	\includegraphics{internet5.jpg}      
   \caption{Internet e os ASes }
\end{figure}
...

Latex: Sublistas enumeradas

Usamos \pointedenum e o pacote paralist. Vejam abaixo:

...
\usepackage{enumerate}
\usepackage{paralist}
...
\begin{enumerate}
\item Sumário
\item Introdução
\item Fundamentação Teórica
	\pointedenum\begin{enumerate}
		\item Logística
		\item Infraestrutura da Internet
                \pointedenum\begin{enumerate}
			\item Teste 1
		\end{enumerate}
		\item Teste 2
	\end{enumerate}
\end{enumerate}
...

 

Cujo resultado é:

1. Sumário
2. Introdução
3. Fundamentação Teórica
    3.1. Logística
    3.2. Infraestrutura da Internet
           3.2.1. Teste 1
    3.3. Teste 2

LaTex: Experiências pessoais

Atualização em 22/05/2010

Introdução

Na medida do possível serão expostas as experiências (boas e más) com o \LaTeXe, em particular, as referências mais úteis. Usuário do \LaTeX há muitos anos atrás, nos primórdios do \LaTeX e hoje, às voltas novamente com ele. É um editor imprescindível para quem precisa ou deseja escrever textos de qualidade, em particular, científicos.

No WordPress estamos interessados no básico do \LaTeX. No Windows (XP e 7). No Windows, em recente experiência, o MiKTex (2.8) e o editor TeXworks, que vem junto com ele. Outros editores foram testados até que o problema da acentuação no TeXworks + Windows foi resolvido. Assim, a escolha recaiu sobre os dois.

O texto será suscinto e não muito cuidadoso, em benefício do lado prático. O princípio básico é: “para um bom entendedor, meia palavra basta”. Nada mais do que puras referências.

É bom, que o interessado saiba que sempre haverá mudanças e, portanto, recomenda-se o uso do “Notifique-me de novos artigos por e-mail” no final da apresentação, já que não há compromissos sobre o momento das alterações.

Finalmente, a preocupação fundamental são os padrões da ABNT. Mas haverá abordagens, também, fora desse contexto. Não se pode esquecer de que, quando usamos o \LaTeX, o Google é nosso amigo …

\textbf{\LaTeX} no MiKTex

Dicas de instalação do MiKTeX no Windows.

  1. Faça o download aqui e instale-o normalmente.

Instalando o padrão ABNT

  1. Faça o download da versão estável do abntex aqui.
  2. Descompacte-o e copie o diretório abntex no diretório do disco:\Arquivo de Programas\MiKTex 2.8\tex\latex. (Obs.: Em itálico, possíveis divergências).
  3. Vá em Todos os programas procure pelo MiKTex e execute o Settings (Admin), conforme a figura abaixo:

    Figura 1. MiKTex Settings

    O resultado é a janela da figura abaixo. Clique em Refresh FNDB e quando terminar a execução, clique em Update Formats. Nesse ponto, o padrão abntex está pronto para ser usado.

    Figura 2. Finalizando a instalação do padrão abntex.

Estrutura do documento

A principal preocupação ao desenvover textos em \LaTeX é estabelecer uma organização do documento ou, manter uma estrutura lógica do documento. Uma divisão razoável, em mais alto nível é:

  • Preâmbulo do \textbf{\LaTeX}: Sempre começa pelo comando \documentclass[opções]{…}. É a parte inicial que orienta o \LaTeX sobre as informações que terão efeito sobre TODO o documento.
  • Preâmbulo do documento: São as informações que começam logo após o preâmbulo do \textbf{\LaTeX} até, imediatamente antes do comando \begin{document}. Contem informações pertinentes ao documento propriamente dito (títúlo, autor, instituição, cabeçalho, rodapé, etc.).
  • Corpo do documento: é tudo aquilo que começa pelo \begin{document} e termina com \end{document}. O corpo do documento deve ser, também, estruturado, cuja proposta é:
    • Comandos de aparência
    • Documento propriamente dito e respectivos comandos \LaTeX, quando necessários
    • Bibliografia: começa com \begin{thebibliography}{} e termina com \end{thebibliography}{}

Resumindo, a estrutura do documento será assim representada, usando o %, que é o comando comentário no \LaTeX:

% Preâmbulo do \LaTeX
% \documentclass[opções]{...}
% ...
% Preâmbulo do documento
% ...
% Corpo do documento
% \begin{document}
   % Comandos de aparência
   % Documento propriamente dito e respectivos comandos \LaTeX, quando necessários
   % Bibliografia
%    \begin{thebibliography}{}
%       \bibitem{...}
%          ...
%       \bibitem{...}
%          ...
%       ...
%    \end{thebibliography}{}
% \end{document}

Quadro 1. Organização do documento completo.

Refinamento da estrutura do documento para usar o abntex

Usando o TeXWorks

  • Defina um diretório e subdiretórios para os trabalhos com o \LaTeX.
  • Quando você executa o TeXWorks, aparece a figura 3 na metade esquerda:
  • Figura 3. Tela inicial do TeXWorks.

  • Vamos copiar o esboço do Quadro 1, para dentro do TeXWorks e salvar (o nome será refinamento-1). Como na figura 4, abaixo.
  • Figura 4. Estrutura do documento no TeXWorks.

O preâmbulo do \LaTeX, no padrão ABNT

  • Eis um preâmbulo do \LaTeX, funcional, no Quadro 2, com alguns comentários.

    \documentclass[pagestart=firstchapter,%
    	%twoside,		% Se for imprimir frente-e-verso
    	%openright,		% Todo capítulo começa na página da direita
    	sumario=completo,	%
    	tocpage=plain,		%
    	floatnumber=continuous,	% Numere as figuras sequencialmente. Se o comando \chapter
    				% for usado, então o formato será: capitulo.número
    	espaco=simples,		% Pode serduplo
    	font=times,		% Usar fontes do padrão LaTeX, e não a Times New Roman = times/plain
    	indent=all,		% Indentar as primeiras linhas de todos os parágrafos
    	header=normal,		% Cabeçalho apenas com # da página (plain). Pode ser "normal" para
    				% incluir o nome da sessão, ou "ruled" para ter normal mais
    				% uma linha separando cabeçalho do texto
    	a4paper,		% Papel A4
    	12pt]{abnt}		% Fonte com 12 pontos. 
    
    \usepackage[num, % Citações numéricas e, alfabéticas = alfa
    	overcite, 		% citação superior. Retire e fica normal.
    	abnt-full-initials=yes	% Nome de autor completo
    	abnt-emphasize=bf,	% Como vai ser o grifo nas referênncias? Negrito = bf ou itálico = em
    	abnt-and-type=e,	% Usa "e" como em "Fonseca e Paiva"
    	abnt-etal-cite=3,	% Coloca et al a partir do quinto autor
    	abnt-etal-list=3,	% Na lista de referencias, nao colocar et al, e sim
    				% todos os autores (unica coisa fora do padrão, Se quiser
    				% ficar 100% aderente ao padrão, coloque "3" nesse parâmetro
    	abnt-url-package=url,	% Faz os links dos campos url e doi funcionarem
    	recuo=0.7cm,		% Rrecuo nas entradas
    	bibjustif,		% Justifica o texto da referência
    	abnt-verbatim-entry=no	% Se for yes, permite ver entradas da bibtex no final. 
    	]{abntcite}
    \usepackage[brazil]{babel}  % Português
    \usepackage{unicode} % Acentos Português, compatibilizando o Windows com o texto
    \usepackage[latin1]{inputenc} % Esse tem de ser combinado com o anterior
    \usepackage[T1]{fontenc}
    \usepackage{color}
    \usepackage{float}
    \usepackage{graphicx}
    \usepackage{url}
    \usepackage{listings}
    

    Quadro 2. Preâmbulo do \textbf{\LaTeX}
    (Adaptado do artigo do projeto aplicado 1/2009 – UNATEC – Acesso remoto nos sistemas operacionais)

  • Vamos inserir esse preâmbulo no arquivo Refinamento-1 e liberar o \begin{document} e o \end{document} para facilitar didaticamente. Salve com o nome Refinamento-2. Em seguida, execute (círculo verde claro com set vermelho à esquerda no submenu). Eis a figura 5, com o resultado:

    Figura 5. Primeira compilação do documento.
  • Após a execução, a janela maior foi dividida em duas. A parte de baixo, com letras verdes são as mensagens geradas após a compilação.
  • Raramente iremos alterar esse padrão. Podemos, então criar um arquivo somente com o preâmbulo. Abra um novo documento e copie somente o preâmbulo para a área do TeXWorks e salve-o, no mesmo diretório que está sendo usado, como PreambuloABNT (o TeXWorks irá colocar a extenção .tex).
  • Já que o preâmbulo foi salvo, vamos aplicar o comanto \include{…}. Eis o resultado no Quadro 5:

    % Preâmbulo do LaTex - Padrão abnt
    \include{PreambuloABNT}
    
    % Preâmbulo do documento
    % ...
    
    % Corpo do documento
    \begin{document}
       % Comandos de aparência
       % Documento propriamente dito e respectivos comandos \LaTeX, quando necessários
       % Bibliografia
    %    \begin{thebibliography}{}
    %       \bibitem{...}
    %          ...
    %       \bibitem{...}
    %          ...
    %       ...
    %    \end{thebibliography}{}
    \end{document}
    

    Quadro 2. Preâmbulo do \textbf{\LaTeX}
    (Adaptado do artigo do projeto aplicado 1/2009 – UNATEC – Acesso remoto nos sistemas operacionais)

Preâmbulo do documento

Eis no Quatro 3, com a escolha feita para o preâmbulo do documento:

% Preâmbulo do LaTex - Padrão abnt
\include{PreambuloABNT}

%  Preâmbulo do documento
%\citebrackets[] % Usar colchetes ao invés de ()
\autor{Julião Braga}
\titulo{LaTex: Experiências pessoais }
% \comentario{...}
\instituicao{Universidade Anhanguera }
\local{Sao Jose dos Campos, SP}
\data{2010}
% \citeoption{abnt-full-initials=yes}  % É possível alterar o padrão no Preâmbulo do LaTex

% Corpo do documento
\begin{document}
   % Comandos de aparência
   % Documento propriamente dito e respectivos comandos \LaTeX, quando necessários
   % Bibliografia
%    \begin{thebibliography}{}
%       \bibitem{...}
%          ...
%       \bibitem{...}
%          ...
%       ...
%    \end{thebibliography}{}
\end{document}

Quadro 2. Preâmbulo do \textbf{\LaTeX}
(Adaptado do artigo do projeto aplicado 1/2009 – UNATEC – Acesso remoto nos sistemas operacionais)

Avançando sobre o corpo do documento

  • Ao colocar o comando \folhaderosto, já teremos algo para sair. Veja o Quadro 3.

    % Preâmbulo do LaTex - Padrão abnt
    \include{PreambuloABNT}
    
    %  Preâmbulo do documento
    %\citebrackets[] % Usar colchetes ao invés de ()
    \autor{Julião Braga}
    \titulo{LaTex: Experiências pessoais }
    % \comentario{...}
    \instituicao{Universidade Anhanguera }
    \local{Sao Jose dos Campos, SP}
    \data{2010}
    % \citeoption{abnt-full-initials=yes}  % É possível alterar o padrão no Preâmbulo do LaTex
    
    % Corpo do documento
    \begin{document}
    \folhaderosto   % Usa informações do preâmbulo do documento!
       % Comandos de aparência
       % Documento propriamente dito e respectivos comandos \LaTeX, quando necessários
       % Bibliografia
    %    \begin{thebibliography}{}
    %       \bibitem{...}
    %          ...
    %       \bibitem{...}
    %          ...
    %       ...
    %    \end{thebibliography}{}
    \end{document}
    

    Quadro 3. O efeito do comando \folhaderosto no corpo do documento.

  • Levando o conteúdo do Quadro 3 para o TexWorks, após a execução, teremos uma nova janela no lado direito do monitor, com o resultado da execução. Nesse ponto, o arquivo foi gravado (antes da compilação) e um .pdf foi criado como resultado da execução. Esse .pdf está idêntico ao que vemos à direita, da figura 6, abaixo.

    Figura 5. Incluindo o comando \folhaderosto e executando..
  • Esse texto tem 4 capítulos mais a bibliografia (que é um capítulo). Então, que tal começarmos pelos capítulos, exibido no no Quadro 4, compilar, executá-lo e, olhar o resultado.

    % Preâmbulo do LaTex - Padrão abnt
    \include{PreambuloABNT}
    %  Preâmbulo do documento
    %\citebrackets[] % Usar colchetes ao invés de ()
    \autor{Julião Braga}
    \titulo{LaTex: Experiências pessoais }
    % \comentario{...}
    \instituicao{Universidade Anhanguera }
    \local{Sao Jose dos Campos, SP}
    \data{2010}
    % \citeoption{abnt-full-initials=yes}  % É possível alterar o padrão no Preâmbulo do LaTex
    % Corpo do documento
    \begin{document}
    \folhaderosto
    \chapter{Introdução}
    \chapter{No WordPress}
    \chapter{\textbf{\LaTeX} no MiKTex}
    \chapter{Abordagens futuras}
    %\begin{thebibliography}{}
    %	\bibitem{...}
    %		...
    %    \bibitem{...}
    %       ...
    %    ...
    %\end{thebibliography}{}
    \end{document}
    

    Quadro 4. O efeito do comando \folhaderosto no corpo do documento.

  • Texto bem planejado (ou já pronto), tem suas vantagens. Já sabemos as seções. O Quadro 5 exibe as modificações. Resta testar.

    % Preâmbulo do LaTex - Padrão abnt
    \include{PreambuloABNT}
    %  Preâmbulo do documento
    %\citebrackets[] % Usar colchetes ao invés de ()
    \autor{Julião Braga}
    \titulo{LaTex: Experiências pessoais }
    % \comentario{...}
    \instituicao{Universidade Anhanguera }
    \local{Sao Jose dos Campos, SP}
    \data{2010}
    % \citeoption{abnt-full-initials=yes}  % É possível alterar o padrão no Preâmbulo do LaTex
    % Corpo do documento
    \begin{document}
    \folhaderosto
    \chapter{Introdução}
    \chapter{No WordPress}
    \chapter{\textbf{\LaTeX} no MiKTex}
    	\section{Dicas de instalação do MiKTeX no Windows.}
    		\subsection{Instalando o padrão ABNT}
    	\section{Estrutura do documento}
    	\section{Refinamento da estrutura do documento para usar o abntex}
    		\subsection{Usando o TeXWorks}
    		\subsection{O preâmbulo do \LaTeX, no padrão ABNT}
    		\subsection{Preâmbulo do documento}
    		\subsection{Avançando sobre o corpo do documento}
    \chapter{Abordagens futuras}
    %\begin{thebibliography}{}
    %	\bibitem{...}
    %		...
    %    \bibitem{...}
    %       ...
    %    ...
    %\end{thebibliography}{}
    \end{document}
    

    Quadro 5. Capítulos, seções e subcessões.

  • O incômodo é a falta do índice e a numeração da página. Onde queremos o índice? Que tal após a folha de rosto? Então basta inserir o comando \tableofcontents no lugar escolhido, como exibido no Quadro 6, abaixo.

    % Preâmbulo do LaTex - Padrão abnt
    \include{PreambuloABNT}
    %  Preâmbulo do documento
    %\citebrackets[] % Usar colchetes ao invés de ()
    \autor{Julião Braga}
    \titulo{LaTex: Experiências pessoais }
    % \comentario{...}
    \instituicao{Universidade Anhanguera }
    \local{Sao Jose dos Campos, SP}
    \data{2010}
    % \citeoption{abnt-full-initials=yes}  % É possível alterar o padrão no Preâmbulo do LaTex
    % Corpo do documento
    \begin{document}
    \folhaderosto
    \tableofcontents
    \chapter{Introdução}
    \chapter{No WordPress}
    \chapter{\textbf{\LaTeX} no MiKTex}
    	\section{Dicas de instalação do MiKTeX no Windows.}
    		\subsection{Instalando o padrão ABNT}
    	\section{Estrutura do documento}
    	\section{Refinamento da estrutura do documento para usar o abntex}
    		\subsection{Usando o TeXWorks}
    		\subsection{O preâmbulo do \LaTeX, no padrão ABNT}
    		\subsection{Preâmbulo do documento}
    		\subsection{Avançando sobre o corpo do documento}
    \chapter{Abordagens futuras}
    %\begin{thebibliography}{}
    %	\bibitem{...}
    %		...
    %    \bibitem{...}
    %       ...
    %    ...
    %\end{thebibliography}{}
    \end{document}
    

    Quadro 6. Incluindo o sumário e numeração das páginas.

    • Incluindo o texto

      Um CTRL C e CTR V, adiciona o texto no corpo do documento, abaixo do comando \chapter{Introdução}. No Quadro 7. Um teste é sempre recomendável, no sentido de perceber as mudanças e, fixar as idéias.

      % Preâmbulo do LaTex - Padrão abnt
      \include{PreambuloABNT}
      %  Preâmbulo do documento
      %\citebrackets[] % Usar colchetes ao invés de ()
      \autor{Julião Braga}
      \titulo{LaTex: Experiências pessoais }
      % \comentario{...}
      \instituicao{Universidade Anhanguera }
      \local{Sao Jose dos Campos, SP}
      \data{2010}
      % \citeoption{abnt-full-initials=yes}  % É possível alterar o padrão no Preâmbulo do LaTex
      % Corpo do documento
      \begin{document}
      \folhaderosto
      \tableofcontents
      \chapter{Introdução}
      Na medida do possível serão expostas as experiências (boas e más) com o \LaTeXe, em particular, as 
      referências mais úteis. Usuário do \LaTeX há muitos anos atrás, nos primórdios do \LaTeX e hoje, às voltas 
      novamente com ele. É um editor imprescindível para quem precisa ou deseja escrever textos de qualidade, 
      em particular, científicos.
      
      No WordPresse estamos interessados no básico do \LaTeX. No Windows (XP e 7). No Windows, em recente 
      experiência, o MiKTex (2.8) e o editor TeXworks, que vem junto com ele. Outros editores foram testados 
      até que o problema da acentuação no TeXworks + Windows foi resolvido. Assim, a escolha recaiu sobre 
      os dois.
      
      O texto será suscinto e não muito cuidadoso, em benefício do lado prático. O princípio básico é: “para um 
      bom entendedor, meia palavra basta”. Nada mais do que puras referências.
      
      O texto está dividido em quatro capítulos: “No WordPress”, “\LaTeX no TeXworks”, “Abordagens futuras” e 
      “Referências”, com respectivas seções sempre que necessário. É bom, que o interessado saiba que sempre 
      haverá mudanças nesse texto e, portanto, recomenda-se o uso do “Notifique-me de novos artigos por e-mail” 
      no final da apresentação, já que não há compromissos sobre o momento das alterações.
      
      Finalmente, a preocupação fundamental são os padrões da ABNT. Mas haverá abordagens, também, fora 
      desse contexto. Não se pode esquecer de que, quando usamos o \LaTeX, o Google é nosso amigo …
      \chapter{No WordPress}
      \chapter{\textbf{\LaTeX} no MiKTex}
      	\section{Dicas de instalação do MiKTeX no Windows.}
      		\subsection{Instalando o padrão ABNT}
      	\section{Estrutura do documento}
      	\section{Refinamento da estrutura do documento para usar o abntex}
      		\subsection{Usando o TeXWorks}
      		\subsection{O preâmbulo do \LaTeX, no padrão ABNT}
      		\subsection{Preâmbulo do documento}
      		\subsection{Avançando sobre o corpo do documento}
      \chapter{Abordagens futuras}
      %\begin{thebibliography}{}
      %	\bibitem{...}
      %		...
      %    \bibitem{...}
      %       ...
      %    ...
      %\end{thebibliography}{}
      \end{document}
      

      Quadro 7. Incluindo texto. Uma linha em branco indica outro parágrafo.

    Incluindo a bibliografia

    Esse é uma passo desejável, nesse momento, para que as referências possam ser usadas.
    O Quadro 8, mostra a inclusão dos itens de referência. Cada capítulo está sendo colocado em um arquivo e o comando \include usado estensivamente, daqui para frente. Que tal responder a pergunta: é mandatório colocar o comando \chapter no arquivo? Responda experimentando não colocar.

    % Preâmbulo do LaTex - Padrão abnt
    \include{PreambuloABNT}
    % \usepackage[pdftex]{hyperref}  % Pacote que permite validar URLs no .pdf. Já existe no abntex. 
                                                    % Exibido aqui só como lembrança.
    %  Preâmbulo do documento
    %\citebrackets[] % Usar colchetes ao invés de ()
    \autor{Julião Braga}
    \titulo{LaTex: Experiências pessoais }
    % \comentario{...}
    \instituicao{Universidade Anhanguera }
    \local{Sao Jose dos Campos, SP}
    \data{2010}
    % \citeoption{abnt-full-initials=yes}  % É possível alterar o padrão no Preâmbulo do LaTex
    % Corpo do documento
    \begin{document}
    \folhaderosto
    \tableofcontents
    % \chapter{Introdução}
       \include{capitulo01}
    % \chapter{No WordPress}
       \include{capitulo02}   
    \chapter{\textbf{\LaTeX} no MiKTex}
    	\section{Dicas de instalação do MiKTeX no Windows.}
    		\subsection{Instalando o padrão ABNT}
    	\section{Estrutura do documento}
    	\section{Refinamento da estrutura do documento para usar o abntex}
    		\subsection{Usando o TeXWorks}
    		\subsection{O preâmbulo do \LaTeX, no padrão ABNT}
    		\subsection{Preâmbulo do documento}
    		\subsection{Avançando sobre o corpo do documento}
    \chapter{Abordagens futuras}
    \begin{thebibliography}{}
       \bibitem{Wikibooks}
       Wikibooks, \LaTeX. Disponível em http://en.wikibooks.org/wiki/LaTeX. Acessado em: 01/05/2010. É 
    uma excelente referência geral.
       \bibitem{Wikibooks}
       \LaTeX O que vou aprendendo. Disponível em: http://aprendolatex.wordpress.com/. Acessado em: 
    01/05/2010. Ótimo material. Não consegui identificar o autor.
       \bibitem{Campani}
       Campani, Carlos A. P., Tutorial de Beamer: apresentações \LaTeX, Abril 2006. Disponível em: 
    http://ctan.org/tex-archive/info/portuguese/beamer/tutorialbeamer.pdf. Acessado em: 01/05/2010. 
    Beamer é uma classe \LaTeX para produzir apresentações.
       \bibitem{Oetiker}
       Oetiker, T., Partl, H., Hyna, I. e Schlegl, E., Uma não tão pequena introdução ao \LaTeX ou \LaTeX 
    em 137 minutos. Tradução portuguesa por Alberto Simões, Versão 4.20.1, 18 de Setembro de 2007. 
    Disponível em: http://www.ctan.org/tex-archive/info/lshort/portuguese/ptlshort.pdf. 
    Acessado em: 01/05/2010. Manual clássico, em português.
       \bibitem{Roberts}
       Roberts, Andrews, Getting to grips with \LaTeX. Disponível em: http://www.andy-roberts.net/misc/latex/. 
    Acessado em: 01/05/2010. Um ótimo começo.
       \bibitem{CTAN}
       CTAN: Comprehensive \TeX Archive Network. Disponível em: http://www.ctan.org/. Acessado em: 
    01/05/2010. Referência autorizada de material sobre o \TeX.
       \bibitem{Santos}
       Santos, Reginaldo J., Introdução ao \TeX, Departamento de Matemática-ICEx, UFMG. Abril de 2002. 
    Atualizado em 04/03/2010. disponível em: http://www.mat.ufmg.br/~regi/topicos/intlat.pdf. 
    Acessado em 02/05/2010. Material, que parece estar sempre atualizado pelo autor.
    \end{thebibliography}{}
    \end{document}
    

    Quadro 8. Bibliografia

    Nada nos impede deixar nosso arquivo principal mais agradável. Vamos então, colocar a bibliografia em um arquivo, chamado bibliografia e, novamente fazer uso do comando \include, novamente.

    % Preâmbulo do LaTex - Padrão abnt
    \include{PreambuloABNT}
    
    %  Preâmbulo do documento
    %\citebrackets[] % Usar colchetes ao invés de ()
    \autor{Julião Braga}
    \titulo{LaTex: Experiências pessoais }
    % \comentario{...}
    \instituicao{Universidade Anhanguera }
    \local{Sao Jose dos Campos, SP}
    \data{2010}
    % \citeoption{abnt-full-initials=yes}  % É possível alterar o padrão no Preâmbulo do LaTex
    % Corpo do documento
    \begin{document}
    \folhaderosto
    \tableofcontents
    
    % \chapter{\textbf{\LaTeX} no MiKTex}
    	\include{capitulo01}
    	
    % \chapter{No WordPress}
    	\include{capitulo02}
    
    \chapter{\textbf{\LaTeX} no MiKTex}
    	\section{Dicas de instalação do MiKTeX no Windows.}
    		\subsection{Instalando o padrão ABNT}
    	\section{Estrutura do documento}
    	\section{Refinamento da estrutura do documento para usar o abntex}
    		\subsection{Usando o TeXWorks}
    		\subsection{O preâmbulo do \LaTeX, no padrão ABNT}
    		\subsection{Preâmbulo do documento}
    		\subsection{Avançando sobre o corpo do documento}
    
    \chapter{Abordagens futuras}
    
    % \begin{thebibliography}{}
    	\include{bibliografia}
    % \end{thebibliography}{}
    \end{document}
    

    Quadro 9. Texto com includes

     

    Referências

    [1] Wikibooks, \LaTeX. Disponível em http://en.wikibooks.org/wiki/LaTeX. Acessado em: 01/05/2010. É uma excelente referência geral.

    [2] \LaTeX O que vou aprendendo. Disponível em: http://aprendolatex.wordpress.com/. Acessado em: 01/05/2010. Ótimo material. Não consegui identificar o autor.

    [3] Campani, Carlos A. P., Tutorial de Beamer: apresentações \LaTeX, Abril 2006. Disponível em: http://ctan.org/tex-archive/info/portuguese/beamer/tutorialbeamer.pdf. Acessado em: 01/05/2010. Beamer é uma classe \LaTeX para produzir apresentações.

    [4] Oetiker, T., Partl, H., Hyna, I. e Schlegl, E., Uma não tão pequena introdução ao \LaTeX ou \LaTeX em 137 minutos. Tradução portuguesa por Alberto Simões, Versão 4.20.1, 18 de Setembro de 2007. Disponível em: http://www.ctan.org/tex-archive/info/lshort/portuguese/ptlshort.pdf. Acessado em: 01/05/2010. Manual clássico, em português.

    [5] Roberts, Andrews, Getting to grips with \LaTeX. Disponível em: http://www.andy-roberts.net/misc/latex/. Acessado em: 01/05/2010. Um ótimo começo.

    [6] CTAN: Comprehensive \TeX Archive Network. Disponível em: http://www.ctan.org/. Acessado em: 01/05/2010. Referência autorizada de material sobre o \TeX.

    [7] Santos, Reginaldo J., Introdução ao \TeX, Departamento de Matemática-ICEx, UFMG. Abril de 2002. Atualizado em 04/03/2010. disponível em: http://www.mat.ufmg.br/~regi/topicos/intlat.pdf. Acessado em 02/05/2010.

    [8] Mori, L. F., Tables in \LaTex2e: Packages and Methods, 2007 (Revisão). Disponível em http://www.vision.ime.usp.br/~jmena/misc/latex/tables_with_latex.pdf. Acessado em 03/03/2010.

    [9] Love, Tim, Advanced LATEX, Agosto 2006. University of Cambridge. Disponível em:

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