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Curso IRR – Parte VI: Políticas de roteamento

Atualizado em 17/05/2010, com base em [6].

Introdução

Política de roteamento é a troca de informações de roteamento entre ASes.

Nas Referências, iremos observar que o RIPE é o principal RIR atento a políticas de roteamento. O grupo europeu é insistente e, provavelmente, quem cuida melhor de sua infraestrutura de Internet. Ele é, realmente, o melhor nesse aspecto. Há várias razões para isso mas, certamente a participação da comunidade (os ASes europeus!) é a principal. Assim, pode-se notar que há recursos adicionais no RIPE, para facilitar nossa vida como administrador de AS, que não estão disponíveis em outros RIRs ou NIRs. Face a isso, recomendo evitar ansiedades quando um recurso ou facilidade não estiver disponível no Brasil. Muitas facilidades do RIPE podem ser usados por nós, como por exemplo, o MyASN. Por outro lado, mais cedo ou mais tarde, as facilidades do RIPE chegarão por aqui.

NOTA:Sempre que buscar por uma RFC (principalmente, vindo de referências), primeiro vá ao índice do RFC-Editor. Nesse índice, garante-se a última versão da RFC e, também, se há atualizações. É um bom hábito!

Considerações importantes

Um AS é um grupo de redes IP com políticas de roteamento bem definidas por um ou mais operadores de rede. Dentro de um AS, os pacotes IPs são roteados através de protocolos IGPs (iBGP, OSPF, IS-IS, RIP, etc). Os ASes trocam informações de rotas com outros ASes, através dos protocolos EGPs (\text{BGP4}, por exemplo). As decisões de rotas entre ASes, são baseadas em políticas de rotas (definidas por regras, nos EGPs). Pequenos ASes necessitam de políticas simples. A complexidade das políticas é diretamente proporcional ao tamanho do AS. Mas ambos (o pequeno e o grande) possuem a mesma responsabilidade de garantir o funcionamento adequado de toda a Internet. Um pequeno AS pode gerar uma confusão imensa em um setor regional da Internet ou em toda ela. O BGP, possui recursos para implementar políticas de roteamento através de filtros (ou regras). MAS, não possuem facilidades para anunciar ou aceitar as políticas, propriamente ditas. O trabalho é manual, estabelecendo as regras (e filtros). Não é um trabalho trivial. É muito trabalhoso e carrega as dificuldades naturais inerentes à fragilidade do ser humano. Essa é a questão mais importante, pois um erro trivial numa regra, um pequeno esquecimento, gera um resultado grave na Internet como um todo. Assim, um AS com uma pequena rede ou um AS com uma rede complexa, não se diferenciam, nesse aspecto.

Aqui entra o IRR e ferramentas associadas, para garantir facilidades e funcionalidades efetivas na criação de regras para os protocolos, que eliminem as preocupações inseridas no contexto das dificuldades acima. Imagino que nesse ponto, já começa a ficar mais claro o objetivo do IRR.

A limitações das políticas de roteamento da tecnologia atual (“hop-by-hop”)

Suponha a topologia representada na figura abaixo:

Figura 1. Rede ideal entre dois ASes.

As seguintes observações se aplicam à figura acima:

  1. As nuvens com \textbf{ ? } representam topologias desconhecidas. Não sabemos nada sobre sua estrutura (redes, subredes, ASes, etc.). Sabemos que são topologias que fazem parte da Internet.
  2. \textbf{AS} _ \textbf{x } sabe como chegar na Rede 1.
  3. \textbf{AS} _ \textbf{y } sabe como chegar na Rede 2.
  4. Para haver tráfego da Rede 2 na direção da Rede 1 é necessário que tal tráfego flua entre \textbf{AS} _ \textbf{x } e \textbf{AS} _ \textbf{y }. Portanto, \textbf{AS} _ \textbf{x } TEM de anunciar a Rede 1 para \textbf{AS} _ \textbf{y }.
  5. Há uma disposição de \textbf{AS} _ \textbf{x } em aceitar o tráfego dirigido à Rede 1. Na figura, esse tráfego vem de \textbf{AS} _ \textbf{y }

Com base nas posições acima é possível definir a primeira política de roteamento do nosso modelo exibido na Figura 1: \textbf{AS} _ \textbf{x } anuncia a Rede 1 para \textbf{AS} _ \textbf{y }.

Por outro lado, \textbf{AS} _ \textbf{y } deve aceitar essa informação de roteamento e usá-la. Também, \textbf{AS} _ \textbf{y } tem o privilégio de reconhecer ou de ignorar, a prédisposição de \textbf{AS} _ \textbf{x } em aceitar tráfego para a Rede 1. Com isso, \textbf{AS} _ \textbf{y } pode, eventualmente, decidir enviar tráfego para a Rede 1, através de uma outra rota mais apropriada. Do que foi dito nesse parágrafo pode-se inferir a segunda política de roteamento: \textbf{AS} _ \textbf{y } aceita o anúncio feito pelo \textbf{AS} _ \textbf{x }.

O inverso também é semelhante, produzindo as, terceira e quarta políticas de roteamente, respectivamente: \textbf{AS} _ \textbf{y } anuncia a Rede 2 para \textbf{AS} _ \textbf{x } e, \textbf{AS} _ \textbf{x } aceita o anúncio feito pelo \textbf{AS} _ \textbf{y }

É incomum que as políticas de anúncio e aceitação do \textbf{AS} _ \textbf{x } e do \textbf{AS} _ \textbf{y } não sejam idênticas e, portanto, configuradas separadamente para cada rede. Na prática, são feitas por grupos de redes (através dos respectivos administradores), que formam um ou mais ASes (retirando as abstrações das nuvens \textbf{ ? } tornaria compreensível a afirmação). E, também, não é comum, que existam somente políticas unilaterais. Portanto, é necessário a integração dos ASes, em sua grande maioria, como sabemos, desconhecidos entre si.

Mas, o parágrafo anterior é verdade, para ASes que estejam diretamente conectados entre si e, também, diretamente conectados com suas respectivas redes. A figura 2, abaixo, ilustra tais conexões adjacentes.

Figura 2. Interconexões adjacentes

Nesse momento é importante lembrar como pacotes são encaminhados pelos roteadores da Internet. Eles passam, no caminho entre a origem e o destino, no esquema “hop-by-hop” (ponto-por-ponto ou, roteador-por-roteador). Os roteadores que fazem o trânsito (e que estão no caminho origem -> destino), avaliam cada cabeçalho do pacote e presquisam uma tabela chamada FIB (Forward Information Base). Esta tabela é construida por cada nó (hop ou roteador) do caminho, cada um de maneira própria e, eventualmente, diferente do outro (adjacente ou não). Ao consultar a FIB, o nó toma a decisão e define o próximo salto a ser dado em direção ao destino. A figura 3 abaixo ilustra como é construida a FIB em cada roteador da Internet.

Figura 4. Como a base de dados FIB é construída em cada roteador.

As rotas estáticas alimentam a base OSPF (quando houver) e a RIB (Route Information Base). A tabela de rotas do BGP, também alimenta a RIB. A RIB, portanto, tem um conjunto de informações sobre rotas, originadas de várias fontes. Em particular, tem uma relação de todos os próximos nós (ou hops, ou roteadores) que podem levar ao destino de acordo com a proposta especificada pelo nó de origem. Mas, somente a informação do melhor próximo nó (“next-hop”) será colocado na FIB. Baseada na FIB, o roteador toma a decisão, que pode ser diferente do caminho traçado inicialmente pelo roteador de origem do pacote.

Por tal razão, a tecnologia atual, não consegue tratar políticas em termos de ANÚNCIOS de redes e de ACEITAÇÃO de redes em toda sua extensão, já que cada roteador (o próximo nó – “next-hop”) é quem dá a palavra final e não há nenhuma comunicação dessa decisão para o resto da rede. Olhando a figura, não se pode intervir, nas decisões tomadas pelos roteadores que estão entre \textbf{AS} _ \textbf{a } e \textbf{AS} _ \textbf{z }, mostrados na figura 5, abaixo, agora mais completa.

Figura 5. Ilustração completa do problema dos enlaces azuis e vermelhos

Reflexões adicionais

Tem-se, até esse momento, a seguinte questão em pauta: políticas baseadas em ANÚNCIO e ACEITAÇÃO, não são implementáveis na tecnologia de roteamento disponíveis atualmente.

Com essa abordagem queremos fixar o fato de que, as políticas de roteamento (incluindo políticas de acesso) podem ser implementadas nos IRR e as ferramentas associadas irão auxiliar a transformar tais políticas nas regras de implementação disponíveis na tecnologia atual do ”hop-by-hop” que é um impedimento tecnológico.

A interconexão ideal, também, exibe um fato importante para efeito do entendimento de política de roteamento: um lado anuncia e o outro lado aceita. Anúncio e aceitação estão em lados contrários. Essa é a caracterização ideal de uma conexão efetiva.Mas, na atual tecnologia de roteamente, não é possível estabelecer políticas de roteamente na base de anúncio e aceitação. A tecnologia atual é o hop-by-hop. Um pacote segue um caminho da origem até o destino, passando em roteadores, no caminho, que tomam suas próprias decisões sem, absolutamente, nenhuma cooperação entre si.

Duas questões como exercício: A política de roteamento, sobre conexões azul e vermelho, para tráfego vindo dos ASes vermelhos e azuis, poderia ou não ser implementada? O que acontece com o tráfego, quando ele passa no \textbf{AS} _ \textbf{a }?

Itens relacionados:

Referências

[1] RFC1786, Representation of IP Routing Policies in a Routing Registry (ripe-81++), T. Bates, E. Gerich, L. Joncheray, J-M. Jouanigot, D. Karrenberg, M. Terpstra, J. Yu [ March 1995 ] (TXT = 133643) (Status: INFORMATIONAL) (Stream: Legacy).
[2] RFC2622, Routing Policy Specification Language (RPSL), C. Alaettinoglu, C. Villamizar, E. Gerich, D. Kessens, D. Meyer, T. Bates, D. Karrenberg, M. Terpstra [ June 1999 ] (TXT = 140811) (Obsoletes RFC2280) (Updated-By RFC4012) (Status: PROPOSED STANDARD) (Stream: IETF, Area: ops, WG: rps)
[3] RFC2725, Routing Policy System Security, C. Villamizar, C. Alaettinoglu, D. Meyer, S. Murphy [ December 1999 ] (TXT = 101649) (Updated-By RFC4012) (Status: PROPOSED STANDARD) (Stream: IETF, Area: ops, WG: rps)
[4] RFC4012, Routing Policy Specification Language next generation (RPSLng), L. Blunk, J. Damas, F. Parent, A. Robachevsky [ March 2005 ] (TXT = 35217) (Updates RFC2725, RFC2622) (Status: PROPOSED STANDARD) (Stream: IETF, WG: NON WORKING GROUP)
[5] JPNIC: IRR (JPIRR) Operation Policies and User Guideline
[6] Braga, J., Politicas de roteamento: Como resolver a impossibilidade de implementação na tecnologia “hop-by-hop” e o futuro. GTER 29. Disponível em:
ftp://ftp.registro.br/pub/gter/gter29/01-PoliticasRoteamento.pdf”. Acessado em 17/05/2010.

Categorias:IRR, TCP/IP

LaTex: Experiências pessoais

Atualização em 22/05/2010

Introdução

Na medida do possível serão expostas as experiências (boas e más) com o \LaTeXe, em particular, as referências mais úteis. Usuário do \LaTeX há muitos anos atrás, nos primórdios do \LaTeX e hoje, às voltas novamente com ele. É um editor imprescindível para quem precisa ou deseja escrever textos de qualidade, em particular, científicos.

No WordPress estamos interessados no básico do \LaTeX. No Windows (XP e 7). No Windows, em recente experiência, o MiKTex (2.8) e o editor TeXworks, que vem junto com ele. Outros editores foram testados até que o problema da acentuação no TeXworks + Windows foi resolvido. Assim, a escolha recaiu sobre os dois.

O texto será suscinto e não muito cuidadoso, em benefício do lado prático. O princípio básico é: “para um bom entendedor, meia palavra basta”. Nada mais do que puras referências.

É bom, que o interessado saiba que sempre haverá mudanças e, portanto, recomenda-se o uso do “Notifique-me de novos artigos por e-mail” no final da apresentação, já que não há compromissos sobre o momento das alterações.

Finalmente, a preocupação fundamental são os padrões da ABNT. Mas haverá abordagens, também, fora desse contexto. Não se pode esquecer de que, quando usamos o \LaTeX, o Google é nosso amigo …

\textbf{\LaTeX} no MiKTex

Dicas de instalação do MiKTeX no Windows.

  1. Faça o download aqui e instale-o normalmente.

Instalando o padrão ABNT

  1. Faça o download da versão estável do abntex aqui.
  2. Descompacte-o e copie o diretório abntex no diretório do disco:\Arquivo de Programas\MiKTex 2.8\tex\latex. (Obs.: Em itálico, possíveis divergências).
  3. Vá em Todos os programas procure pelo MiKTex e execute o Settings (Admin), conforme a figura abaixo:

    Figura 1. MiKTex Settings

    O resultado é a janela da figura abaixo. Clique em Refresh FNDB e quando terminar a execução, clique em Update Formats. Nesse ponto, o padrão abntex está pronto para ser usado.

    Figura 2. Finalizando a instalação do padrão abntex.

Estrutura do documento

A principal preocupação ao desenvover textos em \LaTeX é estabelecer uma organização do documento ou, manter uma estrutura lógica do documento. Uma divisão razoável, em mais alto nível é:

  • Preâmbulo do \textbf{\LaTeX}: Sempre começa pelo comando \documentclass[opções]{…}. É a parte inicial que orienta o \LaTeX sobre as informações que terão efeito sobre TODO o documento.
  • Preâmbulo do documento: São as informações que começam logo após o preâmbulo do \textbf{\LaTeX} até, imediatamente antes do comando \begin{document}. Contem informações pertinentes ao documento propriamente dito (títúlo, autor, instituição, cabeçalho, rodapé, etc.).
  • Corpo do documento: é tudo aquilo que começa pelo \begin{document} e termina com \end{document}. O corpo do documento deve ser, também, estruturado, cuja proposta é:
    • Comandos de aparência
    • Documento propriamente dito e respectivos comandos \LaTeX, quando necessários
    • Bibliografia: começa com \begin{thebibliography}{} e termina com \end{thebibliography}{}

Resumindo, a estrutura do documento será assim representada, usando o %, que é o comando comentário no \LaTeX:

% Preâmbulo do \LaTeX
% \documentclass[opções]{...}
% ...
% Preâmbulo do documento
% ...
% Corpo do documento
% \begin{document}
   % Comandos de aparência
   % Documento propriamente dito e respectivos comandos \LaTeX, quando necessários
   % Bibliografia
%    \begin{thebibliography}{}
%       \bibitem{...}
%          ...
%       \bibitem{...}
%          ...
%       ...
%    \end{thebibliography}{}
% \end{document}

Quadro 1. Organização do documento completo.

Refinamento da estrutura do documento para usar o abntex

Usando o TeXWorks

  • Defina um diretório e subdiretórios para os trabalhos com o \LaTeX.
  • Quando você executa o TeXWorks, aparece a figura 3 na metade esquerda:
  • Figura 3. Tela inicial do TeXWorks.

  • Vamos copiar o esboço do Quadro 1, para dentro do TeXWorks e salvar (o nome será refinamento-1). Como na figura 4, abaixo.
  • Figura 4. Estrutura do documento no TeXWorks.

O preâmbulo do \LaTeX, no padrão ABNT

  • Eis um preâmbulo do \LaTeX, funcional, no Quadro 2, com alguns comentários.

    \documentclass[pagestart=firstchapter,%
    	%twoside,		% Se for imprimir frente-e-verso
    	%openright,		% Todo capítulo começa na página da direita
    	sumario=completo,	%
    	tocpage=plain,		%
    	floatnumber=continuous,	% Numere as figuras sequencialmente. Se o comando \chapter
    				% for usado, então o formato será: capitulo.número
    	espaco=simples,		% Pode serduplo
    	font=times,		% Usar fontes do padrão LaTeX, e não a Times New Roman = times/plain
    	indent=all,		% Indentar as primeiras linhas de todos os parágrafos
    	header=normal,		% Cabeçalho apenas com # da página (plain). Pode ser "normal" para
    				% incluir o nome da sessão, ou "ruled" para ter normal mais
    				% uma linha separando cabeçalho do texto
    	a4paper,		% Papel A4
    	12pt]{abnt}		% Fonte com 12 pontos. 
    
    \usepackage[num, % Citações numéricas e, alfabéticas = alfa
    	overcite, 		% citação superior. Retire e fica normal.
    	abnt-full-initials=yes	% Nome de autor completo
    	abnt-emphasize=bf,	% Como vai ser o grifo nas referênncias? Negrito = bf ou itálico = em
    	abnt-and-type=e,	% Usa "e" como em "Fonseca e Paiva"
    	abnt-etal-cite=3,	% Coloca et al a partir do quinto autor
    	abnt-etal-list=3,	% Na lista de referencias, nao colocar et al, e sim
    				% todos os autores (unica coisa fora do padrão, Se quiser
    				% ficar 100% aderente ao padrão, coloque "3" nesse parâmetro
    	abnt-url-package=url,	% Faz os links dos campos url e doi funcionarem
    	recuo=0.7cm,		% Rrecuo nas entradas
    	bibjustif,		% Justifica o texto da referência
    	abnt-verbatim-entry=no	% Se for yes, permite ver entradas da bibtex no final. 
    	]{abntcite}
    \usepackage[brazil]{babel}  % Português
    \usepackage{unicode} % Acentos Português, compatibilizando o Windows com o texto
    \usepackage[latin1]{inputenc} % Esse tem de ser combinado com o anterior
    \usepackage[T1]{fontenc}
    \usepackage{color}
    \usepackage{float}
    \usepackage{graphicx}
    \usepackage{url}
    \usepackage{listings}
    

    Quadro 2. Preâmbulo do \textbf{\LaTeX}
    (Adaptado do artigo do projeto aplicado 1/2009 – UNATEC – Acesso remoto nos sistemas operacionais)

  • Vamos inserir esse preâmbulo no arquivo Refinamento-1 e liberar o \begin{document} e o \end{document} para facilitar didaticamente. Salve com o nome Refinamento-2. Em seguida, execute (círculo verde claro com set vermelho à esquerda no submenu). Eis a figura 5, com o resultado:

    Figura 5. Primeira compilação do documento.
  • Após a execução, a janela maior foi dividida em duas. A parte de baixo, com letras verdes são as mensagens geradas após a compilação.
  • Raramente iremos alterar esse padrão. Podemos, então criar um arquivo somente com o preâmbulo. Abra um novo documento e copie somente o preâmbulo para a área do TeXWorks e salve-o, no mesmo diretório que está sendo usado, como PreambuloABNT (o TeXWorks irá colocar a extenção .tex).
  • Já que o preâmbulo foi salvo, vamos aplicar o comanto \include{…}. Eis o resultado no Quadro 5:

    % Preâmbulo do LaTex - Padrão abnt
    \include{PreambuloABNT}
    
    % Preâmbulo do documento
    % ...
    
    % Corpo do documento
    \begin{document}
       % Comandos de aparência
       % Documento propriamente dito e respectivos comandos \LaTeX, quando necessários
       % Bibliografia
    %    \begin{thebibliography}{}
    %       \bibitem{...}
    %          ...
    %       \bibitem{...}
    %          ...
    %       ...
    %    \end{thebibliography}{}
    \end{document}
    

    Quadro 2. Preâmbulo do \textbf{\LaTeX}
    (Adaptado do artigo do projeto aplicado 1/2009 – UNATEC – Acesso remoto nos sistemas operacionais)

Preâmbulo do documento

Eis no Quatro 3, com a escolha feita para o preâmbulo do documento:

% Preâmbulo do LaTex - Padrão abnt
\include{PreambuloABNT}

%  Preâmbulo do documento
%\citebrackets[] % Usar colchetes ao invés de ()
\autor{Julião Braga}
\titulo{LaTex: Experiências pessoais }
% \comentario{...}
\instituicao{Universidade Anhanguera }
\local{Sao Jose dos Campos, SP}
\data{2010}
% \citeoption{abnt-full-initials=yes}  % É possível alterar o padrão no Preâmbulo do LaTex

% Corpo do documento
\begin{document}
   % Comandos de aparência
   % Documento propriamente dito e respectivos comandos \LaTeX, quando necessários
   % Bibliografia
%    \begin{thebibliography}{}
%       \bibitem{...}
%          ...
%       \bibitem{...}
%          ...
%       ...
%    \end{thebibliography}{}
\end{document}

Quadro 2. Preâmbulo do \textbf{\LaTeX}
(Adaptado do artigo do projeto aplicado 1/2009 – UNATEC – Acesso remoto nos sistemas operacionais)

Avançando sobre o corpo do documento

  • Ao colocar o comando \folhaderosto, já teremos algo para sair. Veja o Quadro 3.

    % Preâmbulo do LaTex - Padrão abnt
    \include{PreambuloABNT}
    
    %  Preâmbulo do documento
    %\citebrackets[] % Usar colchetes ao invés de ()
    \autor{Julião Braga}
    \titulo{LaTex: Experiências pessoais }
    % \comentario{...}
    \instituicao{Universidade Anhanguera }
    \local{Sao Jose dos Campos, SP}
    \data{2010}
    % \citeoption{abnt-full-initials=yes}  % É possível alterar o padrão no Preâmbulo do LaTex
    
    % Corpo do documento
    \begin{document}
    \folhaderosto   % Usa informações do preâmbulo do documento!
       % Comandos de aparência
       % Documento propriamente dito e respectivos comandos \LaTeX, quando necessários
       % Bibliografia
    %    \begin{thebibliography}{}
    %       \bibitem{...}
    %          ...
    %       \bibitem{...}
    %          ...
    %       ...
    %    \end{thebibliography}{}
    \end{document}
    

    Quadro 3. O efeito do comando \folhaderosto no corpo do documento.

  • Levando o conteúdo do Quadro 3 para o TexWorks, após a execução, teremos uma nova janela no lado direito do monitor, com o resultado da execução. Nesse ponto, o arquivo foi gravado (antes da compilação) e um .pdf foi criado como resultado da execução. Esse .pdf está idêntico ao que vemos à direita, da figura 6, abaixo.

    Figura 5. Incluindo o comando \folhaderosto e executando..
  • Esse texto tem 4 capítulos mais a bibliografia (que é um capítulo). Então, que tal começarmos pelos capítulos, exibido no no Quadro 4, compilar, executá-lo e, olhar o resultado.

    % Preâmbulo do LaTex - Padrão abnt
    \include{PreambuloABNT}
    %  Preâmbulo do documento
    %\citebrackets[] % Usar colchetes ao invés de ()
    \autor{Julião Braga}
    \titulo{LaTex: Experiências pessoais }
    % \comentario{...}
    \instituicao{Universidade Anhanguera }
    \local{Sao Jose dos Campos, SP}
    \data{2010}
    % \citeoption{abnt-full-initials=yes}  % É possível alterar o padrão no Preâmbulo do LaTex
    % Corpo do documento
    \begin{document}
    \folhaderosto
    \chapter{Introdução}
    \chapter{No WordPress}
    \chapter{\textbf{\LaTeX} no MiKTex}
    \chapter{Abordagens futuras}
    %\begin{thebibliography}{}
    %	\bibitem{...}
    %		...
    %    \bibitem{...}
    %       ...
    %    ...
    %\end{thebibliography}{}
    \end{document}
    

    Quadro 4. O efeito do comando \folhaderosto no corpo do documento.

  • Texto bem planejado (ou já pronto), tem suas vantagens. Já sabemos as seções. O Quadro 5 exibe as modificações. Resta testar.

    % Preâmbulo do LaTex - Padrão abnt
    \include{PreambuloABNT}
    %  Preâmbulo do documento
    %\citebrackets[] % Usar colchetes ao invés de ()
    \autor{Julião Braga}
    \titulo{LaTex: Experiências pessoais }
    % \comentario{...}
    \instituicao{Universidade Anhanguera }
    \local{Sao Jose dos Campos, SP}
    \data{2010}
    % \citeoption{abnt-full-initials=yes}  % É possível alterar o padrão no Preâmbulo do LaTex
    % Corpo do documento
    \begin{document}
    \folhaderosto
    \chapter{Introdução}
    \chapter{No WordPress}
    \chapter{\textbf{\LaTeX} no MiKTex}
    	\section{Dicas de instalação do MiKTeX no Windows.}
    		\subsection{Instalando o padrão ABNT}
    	\section{Estrutura do documento}
    	\section{Refinamento da estrutura do documento para usar o abntex}
    		\subsection{Usando o TeXWorks}
    		\subsection{O preâmbulo do \LaTeX, no padrão ABNT}
    		\subsection{Preâmbulo do documento}
    		\subsection{Avançando sobre o corpo do documento}
    \chapter{Abordagens futuras}
    %\begin{thebibliography}{}
    %	\bibitem{...}
    %		...
    %    \bibitem{...}
    %       ...
    %    ...
    %\end{thebibliography}{}
    \end{document}
    

    Quadro 5. Capítulos, seções e subcessões.

  • O incômodo é a falta do índice e a numeração da página. Onde queremos o índice? Que tal após a folha de rosto? Então basta inserir o comando \tableofcontents no lugar escolhido, como exibido no Quadro 6, abaixo.

    % Preâmbulo do LaTex - Padrão abnt
    \include{PreambuloABNT}
    %  Preâmbulo do documento
    %\citebrackets[] % Usar colchetes ao invés de ()
    \autor{Julião Braga}
    \titulo{LaTex: Experiências pessoais }
    % \comentario{...}
    \instituicao{Universidade Anhanguera }
    \local{Sao Jose dos Campos, SP}
    \data{2010}
    % \citeoption{abnt-full-initials=yes}  % É possível alterar o padrão no Preâmbulo do LaTex
    % Corpo do documento
    \begin{document}
    \folhaderosto
    \tableofcontents
    \chapter{Introdução}
    \chapter{No WordPress}
    \chapter{\textbf{\LaTeX} no MiKTex}
    	\section{Dicas de instalação do MiKTeX no Windows.}
    		\subsection{Instalando o padrão ABNT}
    	\section{Estrutura do documento}
    	\section{Refinamento da estrutura do documento para usar o abntex}
    		\subsection{Usando o TeXWorks}
    		\subsection{O preâmbulo do \LaTeX, no padrão ABNT}
    		\subsection{Preâmbulo do documento}
    		\subsection{Avançando sobre o corpo do documento}
    \chapter{Abordagens futuras}
    %\begin{thebibliography}{}
    %	\bibitem{...}
    %		...
    %    \bibitem{...}
    %       ...
    %    ...
    %\end{thebibliography}{}
    \end{document}
    

    Quadro 6. Incluindo o sumário e numeração das páginas.

    • Incluindo o texto

      Um CTRL C e CTR V, adiciona o texto no corpo do documento, abaixo do comando \chapter{Introdução}. No Quadro 7. Um teste é sempre recomendável, no sentido de perceber as mudanças e, fixar as idéias.

      % Preâmbulo do LaTex - Padrão abnt
      \include{PreambuloABNT}
      %  Preâmbulo do documento
      %\citebrackets[] % Usar colchetes ao invés de ()
      \autor{Julião Braga}
      \titulo{LaTex: Experiências pessoais }
      % \comentario{...}
      \instituicao{Universidade Anhanguera }
      \local{Sao Jose dos Campos, SP}
      \data{2010}
      % \citeoption{abnt-full-initials=yes}  % É possível alterar o padrão no Preâmbulo do LaTex
      % Corpo do documento
      \begin{document}
      \folhaderosto
      \tableofcontents
      \chapter{Introdução}
      Na medida do possível serão expostas as experiências (boas e más) com o \LaTeXe, em particular, as 
      referências mais úteis. Usuário do \LaTeX há muitos anos atrás, nos primórdios do \LaTeX e hoje, às voltas 
      novamente com ele. É um editor imprescindível para quem precisa ou deseja escrever textos de qualidade, 
      em particular, científicos.
      
      No WordPresse estamos interessados no básico do \LaTeX. No Windows (XP e 7). No Windows, em recente 
      experiência, o MiKTex (2.8) e o editor TeXworks, que vem junto com ele. Outros editores foram testados 
      até que o problema da acentuação no TeXworks + Windows foi resolvido. Assim, a escolha recaiu sobre 
      os dois.
      
      O texto será suscinto e não muito cuidadoso, em benefício do lado prático. O princípio básico é: “para um 
      bom entendedor, meia palavra basta”. Nada mais do que puras referências.
      
      O texto está dividido em quatro capítulos: “No WordPress”, “\LaTeX no TeXworks”, “Abordagens futuras” e 
      “Referências”, com respectivas seções sempre que necessário. É bom, que o interessado saiba que sempre 
      haverá mudanças nesse texto e, portanto, recomenda-se o uso do “Notifique-me de novos artigos por e-mail” 
      no final da apresentação, já que não há compromissos sobre o momento das alterações.
      
      Finalmente, a preocupação fundamental são os padrões da ABNT. Mas haverá abordagens, também, fora 
      desse contexto. Não se pode esquecer de que, quando usamos o \LaTeX, o Google é nosso amigo …
      \chapter{No WordPress}
      \chapter{\textbf{\LaTeX} no MiKTex}
      	\section{Dicas de instalação do MiKTeX no Windows.}
      		\subsection{Instalando o padrão ABNT}
      	\section{Estrutura do documento}
      	\section{Refinamento da estrutura do documento para usar o abntex}
      		\subsection{Usando o TeXWorks}
      		\subsection{O preâmbulo do \LaTeX, no padrão ABNT}
      		\subsection{Preâmbulo do documento}
      		\subsection{Avançando sobre o corpo do documento}
      \chapter{Abordagens futuras}
      %\begin{thebibliography}{}
      %	\bibitem{...}
      %		...
      %    \bibitem{...}
      %       ...
      %    ...
      %\end{thebibliography}{}
      \end{document}
      

      Quadro 7. Incluindo texto. Uma linha em branco indica outro parágrafo.

    Incluindo a bibliografia

    Esse é uma passo desejável, nesse momento, para que as referências possam ser usadas.
    O Quadro 8, mostra a inclusão dos itens de referência. Cada capítulo está sendo colocado em um arquivo e o comando \include usado estensivamente, daqui para frente. Que tal responder a pergunta: é mandatório colocar o comando \chapter no arquivo? Responda experimentando não colocar.

    % Preâmbulo do LaTex - Padrão abnt
    \include{PreambuloABNT}
    % \usepackage[pdftex]{hyperref}  % Pacote que permite validar URLs no .pdf. Já existe no abntex. 
                                                    % Exibido aqui só como lembrança.
    %  Preâmbulo do documento
    %\citebrackets[] % Usar colchetes ao invés de ()
    \autor{Julião Braga}
    \titulo{LaTex: Experiências pessoais }
    % \comentario{...}
    \instituicao{Universidade Anhanguera }
    \local{Sao Jose dos Campos, SP}
    \data{2010}
    % \citeoption{abnt-full-initials=yes}  % É possível alterar o padrão no Preâmbulo do LaTex
    % Corpo do documento
    \begin{document}
    \folhaderosto
    \tableofcontents
    % \chapter{Introdução}
       \include{capitulo01}
    % \chapter{No WordPress}
       \include{capitulo02}   
    \chapter{\textbf{\LaTeX} no MiKTex}
    	\section{Dicas de instalação do MiKTeX no Windows.}
    		\subsection{Instalando o padrão ABNT}
    	\section{Estrutura do documento}
    	\section{Refinamento da estrutura do documento para usar o abntex}
    		\subsection{Usando o TeXWorks}
    		\subsection{O preâmbulo do \LaTeX, no padrão ABNT}
    		\subsection{Preâmbulo do documento}
    		\subsection{Avançando sobre o corpo do documento}
    \chapter{Abordagens futuras}
    \begin{thebibliography}{}
       \bibitem{Wikibooks}
       Wikibooks, \LaTeX. Disponível em http://en.wikibooks.org/wiki/LaTeX. Acessado em: 01/05/2010. É 
    uma excelente referência geral.
       \bibitem{Wikibooks}
       \LaTeX O que vou aprendendo. Disponível em: http://aprendolatex.wordpress.com/. Acessado em: 
    01/05/2010. Ótimo material. Não consegui identificar o autor.
       \bibitem{Campani}
       Campani, Carlos A. P., Tutorial de Beamer: apresentações \LaTeX, Abril 2006. Disponível em: 
    http://ctan.org/tex-archive/info/portuguese/beamer/tutorialbeamer.pdf. Acessado em: 01/05/2010. 
    Beamer é uma classe \LaTeX para produzir apresentações.
       \bibitem{Oetiker}
       Oetiker, T., Partl, H., Hyna, I. e Schlegl, E., Uma não tão pequena introdução ao \LaTeX ou \LaTeX 
    em 137 minutos. Tradução portuguesa por Alberto Simões, Versão 4.20.1, 18 de Setembro de 2007. 
    Disponível em: http://www.ctan.org/tex-archive/info/lshort/portuguese/ptlshort.pdf. 
    Acessado em: 01/05/2010. Manual clássico, em português.
       \bibitem{Roberts}
       Roberts, Andrews, Getting to grips with \LaTeX. Disponível em: http://www.andy-roberts.net/misc/latex/. 
    Acessado em: 01/05/2010. Um ótimo começo.
       \bibitem{CTAN}
       CTAN: Comprehensive \TeX Archive Network. Disponível em: http://www.ctan.org/. Acessado em: 
    01/05/2010. Referência autorizada de material sobre o \TeX.
       \bibitem{Santos}
       Santos, Reginaldo J., Introdução ao \TeX, Departamento de Matemática-ICEx, UFMG. Abril de 2002. 
    Atualizado em 04/03/2010. disponível em: http://www.mat.ufmg.br/~regi/topicos/intlat.pdf. 
    Acessado em 02/05/2010. Material, que parece estar sempre atualizado pelo autor.
    \end{thebibliography}{}
    \end{document}
    

    Quadro 8. Bibliografia

    Nada nos impede deixar nosso arquivo principal mais agradável. Vamos então, colocar a bibliografia em um arquivo, chamado bibliografia e, novamente fazer uso do comando \include, novamente.

    % Preâmbulo do LaTex - Padrão abnt
    \include{PreambuloABNT}
    
    %  Preâmbulo do documento
    %\citebrackets[] % Usar colchetes ao invés de ()
    \autor{Julião Braga}
    \titulo{LaTex: Experiências pessoais }
    % \comentario{...}
    \instituicao{Universidade Anhanguera }
    \local{Sao Jose dos Campos, SP}
    \data{2010}
    % \citeoption{abnt-full-initials=yes}  % É possível alterar o padrão no Preâmbulo do LaTex
    % Corpo do documento
    \begin{document}
    \folhaderosto
    \tableofcontents
    
    % \chapter{\textbf{\LaTeX} no MiKTex}
    	\include{capitulo01}
    	
    % \chapter{No WordPress}
    	\include{capitulo02}
    
    \chapter{\textbf{\LaTeX} no MiKTex}
    	\section{Dicas de instalação do MiKTeX no Windows.}
    		\subsection{Instalando o padrão ABNT}
    	\section{Estrutura do documento}
    	\section{Refinamento da estrutura do documento para usar o abntex}
    		\subsection{Usando o TeXWorks}
    		\subsection{O preâmbulo do \LaTeX, no padrão ABNT}
    		\subsection{Preâmbulo do documento}
    		\subsection{Avançando sobre o corpo do documento}
    
    \chapter{Abordagens futuras}
    
    % \begin{thebibliography}{}
    	\include{bibliografia}
    % \end{thebibliography}{}
    \end{document}
    

    Quadro 9. Texto com includes

     

    Referências

    [1] Wikibooks, \LaTeX. Disponível em http://en.wikibooks.org/wiki/LaTeX. Acessado em: 01/05/2010. É uma excelente referência geral.

    [2] \LaTeX O que vou aprendendo. Disponível em: http://aprendolatex.wordpress.com/. Acessado em: 01/05/2010. Ótimo material. Não consegui identificar o autor.

    [3] Campani, Carlos A. P., Tutorial de Beamer: apresentações \LaTeX, Abril 2006. Disponível em: http://ctan.org/tex-archive/info/portuguese/beamer/tutorialbeamer.pdf. Acessado em: 01/05/2010. Beamer é uma classe \LaTeX para produzir apresentações.

    [4] Oetiker, T., Partl, H., Hyna, I. e Schlegl, E., Uma não tão pequena introdução ao \LaTeX ou \LaTeX em 137 minutos. Tradução portuguesa por Alberto Simões, Versão 4.20.1, 18 de Setembro de 2007. Disponível em: http://www.ctan.org/tex-archive/info/lshort/portuguese/ptlshort.pdf. Acessado em: 01/05/2010. Manual clássico, em português.

    [5] Roberts, Andrews, Getting to grips with \LaTeX. Disponível em: http://www.andy-roberts.net/misc/latex/. Acessado em: 01/05/2010. Um ótimo começo.

    [6] CTAN: Comprehensive \TeX Archive Network. Disponível em: http://www.ctan.org/. Acessado em: 01/05/2010. Referência autorizada de material sobre o \TeX.

    [7] Santos, Reginaldo J., Introdução ao \TeX, Departamento de Matemática-ICEx, UFMG. Abril de 2002. Atualizado em 04/03/2010. disponível em: http://www.mat.ufmg.br/~regi/topicos/intlat.pdf. Acessado em 02/05/2010.

    [8] Mori, L. F., Tables in \LaTex2e: Packages and Methods, 2007 (Revisão). Disponível em http://www.vision.ime.usp.br/~jmena/misc/latex/tables_with_latex.pdf. Acessado em 03/03/2010.

    [9] Love, Tim, Advanced LATEX, Agosto 2006. University of Cambridge. Disponível em:

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